O que a trilha de alterações registra
Cada linha é uma mudança feita por uma pessoa ou um acesso ao sistema.
Criar, alterar e excluir
A trilha cobre os cadastros que pesam no fechamento, como empresa, faturamento, receitas manuais, folha, exceções tributárias, certificados, regras de classificação, clientes e produtos do emissor e usuários. Cada linha traz data e hora, usuário, empresa, ação e os campos alterados.
Entradas, saídas e login recusado
Os acessos também ficam registrados: quem entrou, quem saiu e as tentativas de login recusadas.
Segredos não aparecem
Senhas, tokens e certificados aparecem só como “(alterado)”. A trilha mostra que mudou, sem expor o conteúdo.
Por que uma trilha de auditoria precisa ser imutável
Um registro que pode ser apagado não serve como prova. Por isso a trilha foi desenhada para durar.
Sem edição e sem exclusão
Não há como editar nem apagar uma linha. O registro permanece mesmo se a empresa ou o usuário forem excluídos depois.
Só decisões de pessoas
Recálculos automáticos, filas e rotinas agendadas não entram: são o sistema trabalhando, não a decisão de alguém. Assim a lista mostra só o que uma pessoa fez.
Escritórios isolados
A trilha respeita o isolamento entre escritórios: o registro de um escritório não aparece para outro.
Ferramenta do suporte. A tela da trilha de alterações fica com a equipe do ID Tributos, que a usa para responder ao escritório se uma mudança foi do sistema ou de alguém. As decisões fiscais do escritório ficam na trilha de decisões.
Como a trilha é usada numa divergência
- O escritório percebe um valor diferente do esperado em uma empresa.
- Fale com o suporte do ID Tributos indicando a empresa e o período.
- O suporte filtra a trilha por empresa, usuário e ação.
- A linha mostra quem mudou, quando, e o valor de antes e de depois.
- Se precisar, a consulta é exportada em CSV.